terça-feira, 21 de abril de 2009

nos horários.


9 am.

acordo, não acordo, tá, acordo. levanto como se um peso estivesse no meu pescoço, se minha coluna estivesse torta e meus dedos curvados. - credo!
xixi, banho, escovo e sem café da manhã.

11am.
Vou ler meu livro de Hector Malot, traduzido por Virginia Lafèvre, Sem Familia, obra premiada pela academia francesa e best-seller permanente, é o que diz logo de ínicio da obra.
canso, descanso, leio, paro, deito.

14pm.
Atualizo meus blog´s e meu fotolog, reativo minha conta no Gosto de Ler, e faço minhas colunas, uma sobre o fim do jornalismo impresso, outra, uma poesia sobre A volta de um esquecido pelo amor.

22:05pm.
Digito para poucos alguma parte do meu cotidiano sozinho, meu cotidiano repetitivo e cansativo, sem vícios e baladas por uma semana. (que vitória), sem amigos presentes e não mais que aqueles do msn, que moram no rio ou são paulo, em que somos obrigados a sorrir para uma câmera, uma máquina, inventando sorrisos falsos nos dedos (kkk).
Que pouca felicidade, e tanto fingimento da realidade.

3 comentários:

Juliana Canavezes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Isabelle Cristhinne disse...

quer dizer que tu és um fingiro toda manhã? Tá que um poeta todo :)

beijos váárias vezes ao dia!

Barbara disse...

Vc é um menino assustado com a tristeza/tédio do mundo, assim como o são as crianças, os jovens, os adultos.
Invente.