domingo, 15 de novembro de 2009

Modernidade incompleta

A gente sempre pensa que estamos evoluindo, novas tecnologias com os meios de transportes e comunicação. A gente sempre pensa que estamos ficando mais inteligentes, e a cada dia mais suportáveis.
E de tanto a gente pensar, acabamos por esquecer coisas que realmente valeriam a pena tentar. Quantas pessoas não sabem amar, ou quantas se enganam por buscar ser feliz. Quantas farsas, quantos 'eu te amos' soltos; Inúmeros, mas nenhum com fidelidade. O que adianta amar, por amar? O que adianta ter alguém se esse alguém não te tem?
Eu vejo por aí, tantas pessoas vagas. Eu vejo a modernidade do século, e cada vez as pessoas mais sozinhas, outras, buscando apenas o prazer, apenas diversão. E depois de tanta bebedeira, sexo e drogas.. em casa, a solidão bate com vontade de ter alguém para poder contar seus problemas e angústias. Arnaldo Jabor já disse, esse é o século da solidão, onde cada vez as pessoas esquecem os verdadeiros significados que realmente ajudariam a nos fazer mais feliz.
O que adianta um prazer, uma pessoa bonita, um eu te amo solto no ar? O que adianta ficar querendo tentar, se todos as chances foram esgotadas.
Por aí existem tantos, sozinhos e que procuram pessoas que pensam diferente. São poucas. Mas, também existem aquelas que só buscam amar, para poder demonstrar força e imponência diante dos outros.
A modernidade existe, mas pra ela ser completa precisa do amor real, dos sentimentos comuns e verdadeiros.
Uma existência que acaba, com um eu te amo firme. Porém, falso.

Um comentário:

Juliana Canavezes disse...
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