quarta-feira, 25 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Há dores que rasgam por dentro e que nunca irão sumir. Há tantos desejos que apesar da vontade, o medo transforma em temor e fraqueza. Nesses dias eu percebi o quanto nossos sonhos sao fracos diante da maldade neste mundo. Quantas esperanças e um futuro promissor nós poderíamos ter tido? Os sonhos se vão, a vida por instante pende por uma corda bamba com um abismo sem fim embaixo. E o que nos segura? O que nos impulsiona para que possamos olhar o outro lado deste vago temor?! Eu realmente nao sei. A vida é curta demais para tantas bobagens, fria demais para tantos desejos a longo prazo. O que a gente faz com tão pouco tempo? Se o tempo que nos resta é o momento de viver nossas dores. Pra sempre.
domingo, 10 de junho de 2012
Amanhece na praia. O sol vem brilhando às 05:23 da manhã e da varanda vejo o mar acordando pra mais um dia. Ontem eu vi o céu tão estrelado, a lua rasgada ao meio mas sem perder aquela luz que clareava meus passos na fria maresia da madrugada. Sempre quando venho para Flecheiras é assim: - por mais que os dias parecem ser repetitivos aqui, vejo que na verdade tudo foi diferente. O vento não era o mesmo, a lua não era a mesma e a manhã também. Sentirei saudades nesses dois meses que vou para São Paulo, voltarei com mais vontade de vir pro lugar que tanto me da inspiração.Bom dia.
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